Uma iniciativa que valoriza a criatividade e o talento dos trabalhadores de obra

O Arte na Obra é uma iniciativa cultural de impacto social, promovida pela Diretoria Técnica da Eztec, em parceria com a equipe de Pessoas e Comunicação. Aqui, as expressões artísticas dos trabalhadores que constroem nossos empreendimentos ganham visibilidade — celebrando o talento que vai além da atuação cotidiana no canteiro —, valorizando a criatividade e as histórias das nossas pessoas, compartilhando-as com a comunidade.

A inteligência artificial, já presente no dia a dia das nossas obras, também faz parte deste projeto, contribuindo para a adaptação das manifestações artísticas escolhidas para a exposição. Empreendimentos como East Blue Residences Tatuapé, Villares Parada Inglesa, Esther Towers e MoocaCittà já receberam suas artes, e para esse 2º ciclo os empreendimentos contemplados são Agami, Lindenberg Alto das Nações, Alt Studios, Blue Marine, Dot 230, Lume House, SP_360° e Reserva São Caetano.

Manuela Neri

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Manuela Neri é estudante de Engenharia Civil, e trabalha na Eztec há quase 3 anos, onde começou sua trajetória como estagiária. A arte sempre fez parte da sua vida já que costuma desenhar, trabalhar com cerâmica e explorar diferentes técnicas. Esta obra, porém, marcou uma experiência diferente, pois foi a primeira vez que pintou com tinta a óleo, uma técnica que Manuela estava testando, e que despertou ainda mais seu interesse para continuar se especializando.

A pintura retrata uma igreja histórica da Paraíba, ligada às festas de São João, que frequentava na sua infância e teve momentos felizes ao lado da sua família, representando uma conexão forte com as suas origens.

Imagem grande da obra.
Adaptação feita por IA

Laís Guedes

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Laís Guedes é estudante de arquitetura, e gosta de desenhar desde pequena. Iniciou nesse universo artístico com desenhos da sua própria casa, refletindo tudo exatamente como era, e a partir daí foi criando um amor cada vez maior pelo desenho. Conforme foi crescendo, seu interesse pela arquitetura só aumentou: assim que terminou o ensino médio, fez um curso técnico em design de interiores, e foi aí que sua paixão despertou de vez. Logo depois se inscreveu no curso de arquitetura e, desde então, se encontrou na profissão que de fato queria seguir.

Esta obra nasceu em uma aula de desenho e perspectiva da faculdade, na qual o professor pediu que Laís criasse um desenho a partir da frase: “A arquitetura deve falar de seu tempo e lugar, as árvores fazem sua dança com o vento e o banco solitário se mantém no caminho”. A partir dela nasceu este desenho, de forma livre e nada convencional, representando a sua interpretação e sensibilidade diante da proposta.

Obra de Laís Guedes
Adaptação feita por IA

João Fernandes

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João Fernandes nasceu em Teresina, no Piauí, em 1990 e, aos seis anos veio para São Paulo com sua avó. João é o mais velho de quatro irmãos e gosta de dizer que tem duas mães que lhe servem de inspiração: sua avó e sua mãe, que moldaram os princípios que carrega até hoje. Trabalhou desde adolescente como entregador de panfletos e office-boy, até ingressar, aos 25 anos, na área de Segurança do Trabalho, onde vem construindo uma trajetória de crescimento e reconhecimento.

Na arte enviada, escolheu homenagear o protagonismo nordestino na construção civil, que considera uma verdadeira relação de matrimônio: o setor ofereceu profissão e dignidade a milhares de nordestinos, e o povo devolveu força e vida aos projetos construídos ao longo das décadas.

Imagem grande da obra.
Adaptação feita por IA.

Estanislau

Retrato de Estanislau

Estanislau tem 41 anos, e é natural de Milagre, no Ceará. É casado, e pai de duas filhas, Lara e Yasmin. O gosto pelo desenho surgiu ainda na escola, como forma de expressar aquilo que seus pais não conseguiam lhe dar. Veio para São Paulo em 2004, a passeio, e acabou ficando — começou a trabalhar com seus tios na área de impermeabilização e, em 2006, entrou na empresa Integrall, onde se tornou impermeabilizador. Estanislau sempre gostou de desenhar e vê nisso uma forma de desabafar seus sentimentos e de exercitar a atenção aos detalhes, algo que também procura aplicar no seu trabalho diariamente.

A sua arte é reflexo da paisagem que admira todos os dias, a própria obra em que trabalha, e para ele, participar deste concurso foi uma experiência especial, que o motiva a continuar se desenvolvendo, tanto na área profissional quanto na artística.

Imagem grande da obra.
Adaptação feita por IA
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